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	<title>IDE-JF - Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora</title>
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		<title>Léia da Hora lança livro sobre mediunidade; confira entrevista completa</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 01:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IDE</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançamento dia 26 de abril, às 20h, na sede do Instituto (Rua Torreões, 210 &#8211; Santa Luzia &#124; Juiz de Fora-MG), durante a realização da Jornada Espírita 2012. Reproduz-se, aqui, na íntegra, a entrevista publicada na edição n. 193 do jornal O IDEAL (abril de 2012). Léia da Hora Foi num fim de tarde de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançamento dia 26 de abril, às 20h, na sede do Instituto (Rua Torreões, 210 &#8211; Santa Luzia | Juiz de Fora-MG), durante a realização da <a href="http://ide-jf.org.br/2012/04/04/ide-comemora-17-anos-com-jornada-espirita/">Jornada Espírita 2012</a>.<br />
Reproduz-se, aqui, na íntegra, a entrevista publicada na <a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Ideal-Abril-2012_site.pdf">edição n. 193 do jornal O IDEAL (abril de 2012)</a>.</p>
<h1 align="right"><strong>Léia da Hora</strong></h1>
<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Léia_perfil.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-595" style="margin: 5px;" title="Léia_perfil" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Léia_perfil-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Foi num fim de tarde de sábado, logo após o ensaio do Coral, que a mais nova escritora espírita, a diretora Léia da Hora, falou ao jornal </em>O IDEAL<em> sobre Espiritismo, médiuns e mediunidades, e sobre si mesma. Em quase uma hora de conversa, Léia relatou, com seu jeito espontâneo, irreverente e sincero, toda uma vida, quiçá várias vidas, dedicada(s) ao estudo e ao trabalho na seara do bem.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando e como foi o seu primeiro contato com o Espiritismo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O meu primeiro contato com o Espiritismo foi através de um romance – <em>A vingança do judeu</em>, de Rochester; eu o li e gostei muito. Mas o segundo livro, imediatamente, já foi o <em>Nosso Lar</em>, de André Luiz. Eu não estranhei nada daquilo que eu li. Então, eu tinha por essa época, 17 anos de idade e, a partir daí, nunca mais parei de ler a obra espírita e todas aquelas ideias me eram familiares. Eu não tinha noção de “doutrina espírita”, do “corpo” da doutrina. Porém, tive certa facilidade também com as ideias doutrinárias, quando fiz o Curso Básico de Espiritismo. Eu não tive dificuldade nenhuma de compreender as ideias de Kardec com o Curso Básico e isso me ajudou muito porque eu fiz, de fato, quatro anos de Curso Básico, que me deram uma base doutrinária muito boa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apesar do seu contato já aos 17 anos com a doutrina, não foi a partir daí que você se engajou no movimento espírita, correto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não, eu não tinha noção disso. A noção que eu tinha era que eu deveria me casar, ter meus filhos e ser responsável pela educação moral deles, porque eu não podia mais falhar. Mas, contato mesmo, de trabalho, foi só aqui em Juiz de Fora. Tive algum contato com casa espírita em Itumbiara-GO, lá eu tive uma noção mais próxima duma casa espírita, que foi quando eu fiz tratamento magnético para expelir um cálculo renal. E lá era um centro de materialização, era um centro fantástico. E foi lá que eu descobri que eu possuía a capacidade de produzir efeitos físicos. Lá eu descobri, pelos sintomas que eles me passaram. E depois de lá, fui pro Iraque e eu só fazia Evangelho no lar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você, então, estudava independentemente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, em casa, com os livros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desde que você tinha 17 anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde que eu tinha 17 anos, eu nunca mais parei de estudar sozinha, saía lendo tudo: Léon Denis, Gabriel Delanne, Kardec. Mas tudo sem o estudo sistematizado. Eu só vim fazer estudo sistematizado aqui em JF, na <a href="http://www.casaespiritajf.org.br" target="_blank">Casa Espírita (CE)</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nessa época que você que lia essas obras, ainda muito jovem, você nunca teve contato com o movimento? Foi só com a obra?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sozinha, só com a obra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você falou que tinha familiaridade com as ideias dos livros. Você pode descrever como era? Você lia e sentia o quê?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Era aquela sensação de <em>déjà vu</em>, era aquela sensação do já conhecido. As ideias não me eram estranhas, eu lia e entendia. Embora que se você me pedisse pra explicar, eu não sabia, mas eu entendia. Era uma coisa bem intuitiva, eu não tinha conhecimento sólido a ponto de te explicar alguma coisa, mas eu entendia, eu lia e aquilo entrava em mim de qualquer jeito, encaixava. Mas eu não estava discutindo, não estava trocando ideias com ninguém, era só pra mim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E isso era mais em relação às obras de André Luiz?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não. Toda a obra espírita, toda a ideia de reencarnação, de comunicação com os espíritos, de todo o assunto, de recordação do passado. Eu não sabia o nome das coisas, eu só me sentia bem com aquelas ideias, elas me eram simpáticas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando você veio para Juiz de Fora, você já morava ali em frente à Casa Espírita?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde o primeiro dia, eu cheguei à cidade, fomos percorrer todos os bairros de JF. Aquela foi a primeira casa que eu visitei e foi a última que eu fechei. Pra mim, eu já queria aquela, mas aí o corretor disse: “Não, a senhora pode gostar de outras casas.” E o pai dos meus filhos disse: “É, vamos ver outras casas.” E eu disse: “Tudo bem, mas dessa eu gostei”. E fui. Fui ao Bom Pastor, São Mateus, Bairu&#8230; fui a tudo quanto é lugar. Aí eu perguntei: “Você já me mostrou tudo?” Ele [o corretor]: “Mostrei” e eu falei: “Eu quero aquela primeira que nós vimos.” E comprei aquela ali, exatamente em frente à Casa Espírita, mas não por causa disso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E isso foi em que época?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por volta da década de 1980.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E aí você passou a morar lá e quando foi que você resolveu entrar ali?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Imediatamente, assim que eu me acostumei com a casa, eu comecei a frequentar as reuniões públicas da CE. Até que numa determinada noite, ouvindo uma palestra, eu entrei em desdobramento e eu não sabia o que era. Comecei a sumir e comecei a entrar em “preocupação”, não pânico. Fiquei muito preocupada e pensava: “Eu não posso sumir”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você estava consciente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O desdobramento é consciente. Mas eu estava sumindo, o que é “sumindo”?! Eu estava me distanciando, me desdobrando. Então, quando eu pensei, “estou sumindo”, eu falei : “eu não posso” e segurei o desdobramento. Porque minha vontade sempre foi muito forte, e segurei o desdobramento e voltei.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você foi atendida lá na hora ou você não demonstrou nada?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não, não, ninguém ficou sabendo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E lá você começou a fazer o Curso Básico?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aí eu cheguei a casa e, naquela época, eu fumava, mas eu não era viciada. Era aquele negócio que era bonito na época. Então eu cheguei a casa e liguei a televisão, sentei e acendi um cigarro. Veio uma voz dentro da minha cabeça: “mas eu não fumo, o que eu estou fazendo com esse cigarro na mão?”. Fiz inúmeras conjecturas sobre isso, inúmeras. Agora, recentemente, que eu fui entender o que era isso, pelos meus estudos. Mas, na época, eu sempre fui muito obediente às minhas vozes íntimas, aos meus bons gênios. “Tá bom, se não é pra eu fumar, eu não vou fumar”. E eu não era viciada, nunca mais fumei. Parei. E aí foi que eu continuei frequentando a CE.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, contei pro Sr. Geraldo, que era um grande médium trabalhador da CE, de cujo sobrenome eu não me lembro agora. Fui pro Sr. Geraldo pra contar o meu “apagão” e quis saber por que é que eu tinha “apagado”. Aí ele virou pra mim e disse: “você é médium, você tem que trabalhar”. Neste período já tinha começado o Básico de Espiritismo e comecei a fazê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E terminando o Básico, você já engrenou&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não, a questão foi o seguinte. O Sr. Geraldo, por essa experiência, disse que eu tinha que frequentar, que eu procurasse um grupo mediúnico da casa que houvesse vaga, pra eu me juntar. Fui à da Nilza Benatti, que tinha vaga, ela disse que estava precisando de médium. Mandaram-me ir à da Nilza: “Nilza, aconteceu isso comigo, o Sr. Geraldo me mandou vir aqui&#8230;” Ela perguntou pra mim: “já fez Coem?” Eu disse: “não.” “Então, a minha reunião não serve pra você, porque aqui só quem fez Coem é que entra.”</p>
<p style="text-align: justify;">Voltei para o Sr. Geraldo e falei: “sr. Geraldo, a Nilza não me aceitou, ela disse que eu não tenho preparo.” Aí ele falou: “vai à reunião do Marinho, ele te aceita, porque a reunião dele é de ‘portas abertas’”. Naquela época ainda tinha. Aí, de fato, o Marinho me abraçou com amor e eu passei a frequentar. Como eu já fazia Básico e eu já tinha lido toda a obra de André Luiz, Gabriel Delanne, Léon Denis, por minha conta, eu já tinha uma ideia de tudo. Aí então eu já tinha o nome das coisas, eu estava estudando, estava numa casa espírita&#8230; E aí, as coisas que aconteciam lá, eu não gostava, eu criticava tudo dentro de mim, questionava tudo. Eu ficava: “mas que falta disso ou daquilo, mas não é assim&#8230;” Eu comecei a criar um ranço danado por conta das coisas que eram erradas; na minha cabeça, eram erradas. Até que eu tive que sair do grupo porque eu me configurei na ‘maçã podre’. Eu é que não me adequava ao grupo, embora, aos meus olhos, trabalhava errado, o grupo trabalhava muito bem sem mim. Eu é que atrapalhava, eu é que lançava dúvidas e era criticada pelas dúvidas que lançava. Eu não entendia aquilo, pra mim estava errado. Até que certo dia eu tive que sair.</p>
<p style="text-align: justify;">Saí dali, fui fazer Coem e, na terceira aula, a Beth [Baesso] e a Lucy [Ramos] me colocaram como monitora da parte prática, ainda aluna. Foi quando eu me tornei coordenadora da parte prática até o fim do Coem. Fiz dois anos de Coem e saí de lá dirigente de reunião mediúnica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E quando você participava desse grupo mediúnico do Sr. Marinho. Qual era o seu papel na reunião mediúnica?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu era médium de sustentação. Eu tive uma única passividade nessa reunião do Marinho e eu acredito que tenha sido para aprendizado meu, como algo para ensinamento. Eu, muito gripada, naquela fase da gripe que o olho lacrimeja e o nariz pinga, eu tive que ir para a reunião com um papelzinho e ir limpando, limpando e me veio à mente: “não deixe ele terminar porque ainda tem um Espírito para se manifestar.” E, neste momento em que a ideia adentrou à minha cabeça, meu olho parou de lacrimejar e meu nariz parou de pingar. Ficou seco. Eu falei com clareza, ele entendeu e, na hora que eu fechei a boca, tudo voltou a cair. E foi a primeira, acredito, manifestação que eu dei. Totalmente consciente. E a partir daí nunca mais eu dei.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E desdobramento, você teve só aquela vez?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não. Tive mais uma vez, quando, por aprendizado&#8230; Todos os fenômenos mediúnicos que aconteceram comigo foram para eu aprender, para que, quando eu fosse lidar com médiuns, eu já soubesse. Aliás, eu tive mais duas vezes. Essa primeira vez na reunião pública, uma segunda vez iniciando o sono, no limite do sono, entrando em emancipação. Eu, de barriga pra cima, comecei a cair. Fui caindo no abismo, fui caindo e caindo&#8230; Foi quando eu comecei a me preocupar muito, a ficar amedrontada; até que a minha razão, eu sou muito corajosa e valente, e falei: “Ah, é pra cair?! Então eu vou cair&#8230; Cai!” Quando eu tive essa atitude mental, eu acordei. Parei de cair, parou tudo. Eu me consternei, eu acionei a minha vontade consciente. Na época eu não sabia, mas eu era uma aluna corajosa, brigona. “Ah, é pra cair?! Então eu vou cair&#8230; Cai! Vamos ver para onde você vai.” E não fui pra lugar nenhum, acordei, interrompi o processo. [risos] E a terceira vez foi quando eu não senti o processo de desdobramento. Quando eu me dei conta, eu já estava, mas foi no início do sono também. Mas não foi como esse que eu comecei a desdobrar, a cair, a inchar, ou a sumir, não tive essa percepção. Eu já estava desdobrada em face de um obsessor odiento e, neste momento, eu me senti violentada; é essa a palavra, eu fui violentada. A energia dele interpenetrou com a minha e eu fui invadida, minha privacidade foi invadida. É a pior sensação que um ser humano pode sentir é a invasão de privacidade, em termos mediúnicos. Isso eu senti pra eu saber como é que os meus médiuns obsediados se sentiam. E eu olhei pra ele, que a estava a um metro e meio de distância de mim, e emanava aquela vibração violenta, perigosa, ameaçadora. Eu me sentia ameaçada. Mas foi rápido, só por alguns instantes. Busquei ajuda, pedi socorro e acabou. E nunca mais tive a partir de então.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E essas experiências constituíram as provas ou os sinais de que você deveria estudar e trabalhar com médiuns e suas mediunidades?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não com essa clareza. Porém, na época desse desdobramento final, eu já era dirigente de reunião mediúnica e já era monitora de parte prática do Coem na Casa Espírita. Já lidava com médiuns e já estava começando a ter os primeiros médiuns com problemas de desdobramento. Aí, sim, eu já comecei a entender que foi direcionado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pelo que está dizendo, é possível afirmar que você sempre contou com uma arma muito importante, que é a intuição.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Infalível. Olha, sem fanatismo, graças ao bom Deus, e sem fascinação. Eu ainda não tive uma intuição que derrubasse alguém, prejudicasse alguém, que não fizesse bem a alguém. Eu fico profundamente agradecida e sinto uma responsabilidade dobrada porque as respostas vêm em ajuda, vêm em socorro. Eu nunca tive uma resposta vã. Eu me lembro de que lá na Casa Espírita, tinha um monitor que estava num processo muito grande, eu não lembro se era leucemia&#8230; Era uma dor que não tinha mais volta, num estágio muito avançado da doença. E as pessoas mandavam as pessoas pra mim, porque eu já era “a dona do atendimento fraterno”. Não só do atendimento fraterno, mas como assistência aos alunos e por aí afora. “Então me mandaram conversar com você&#8230;” – era a esposa do homem. E ela chegou, contou e relatou a doença do marido. Eu olhei pra ela: “O que é que eu vou falar para essa mulher? Não é um caso especial, está a caminho da morte, é um processo natural. Por que me mandaram essa mulher? O que eu tenho que falar pra ela?” Eu não tinha que “consertar” nada, eu não tinha que ajudar a fazer, a construir ou a desconstruir. Era de consolo que ela precisava e eu não tinha palavras. E de repente veio a enxurrada de ideias, eu nem alcançava direito e eu falei “Graças a Deus”, era alguma coisa para eu falar, pois eu estava muda. E quando isso acontece eu falo com muita paixão, eu falo com toda a força do ser, e é isso que ajuda. Eu digo pra ela: “Está me ocorrendo aqui que o seu marido está fazendo o último tratamento de beleza espiritual nesta encarnação. Por isso tanta dor e tanto sofrimento. Ele está queimando os últimos vestígios de energias deletérias. Então, dê conforto a ele, não se desespere, ajude nesse momento de grande dificuldade. Você pode ter certeza que quando ele sair daqui, ele vai estar aliviado de todas as dores.” E aquilo entrou nela como um bálsamo. Você vai me dizer: “É verdade isso?” Não sei&#8230; Mas que aquela mulher saiu consolada, saiu&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O seu papel naquele momento foi cumprido.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi, foi cumprido. Então, essas coisas é que eu digo. Eu acredito nisso e falo de tal forma que as pessoas se sentem sensibilizadas com aquela ideia, aquela ideia conforta. Pode não ser “a” ideia, mas aquela, naquele momento, conforta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mudando um pouco de assunto, como foi que você começou a fazer as exposições e orações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Comecei no Básico. Já nos últimos anos, a Beth mais a Lucy iam aproveitando as alunas mais “saideiras”, as mais falantes, as mais desinibidas&#8230; De tal forma que eu tive um comentário de uma delas, que assistia às palestras do Raul Teixeira no Rio de Janeiro, do grande Isaltino&#8230; Só sei que ela ouvia e foi fazer o Básico, porque era uma coisa que todo mundo fazia. E as minhas primeiras aulas foram dadas, todas escritas com caneta piloto em folhas de papel pardo. Eu comprava aquelas folhas enormes e tinha aqueles cavaletes. Eu ficava quase que “trepada” em cima da minha mesa e escrevia páginas e páginas da folha maior do papel pardo para dar as aulas do Básico. Escrevia tudo, nunca escrevi tanto na minha vida. E lia tudo. E o comentário dela para uma companheira, primeiro foi o pensamento dela, anos depois ela me contou, ouvindo uma palestra minha: “Léia, como você é ótima! Mas eu vou te confessar uma coisa, nas suas aulas de Básico, eu olhei pra você e falei: ‘Ah, tadinha! Tão fraquinha&#8230;’” [risos] Então, foi assim que eu comecei.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Léia, quando é que foi que surgiu o Grupo de Apoio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Grupo de Apoio começou com as minhas reuniões particulares com a Eunice [Oliveira] lá Fundação [Espírita] João de Freitas. Eu ia para o meu plantão de diretora, às sextas-feiras, e ela ia bordar porque sabia que eu estava lá às sextas. Ela encontrava em mim um “ombro amigo”, alguém com quem conversar; porque ela tinha sido minha aluna do Coem. Então eu vinha e sempre naquela busca. E quando nós viemos para o IDE, já construído, aí nós fundamos o Grupo de Apoio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Então ela foi sua primeira médium. E você chegou atender outros lá em grupo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não, o grupo mesmo já foi aqui. Tanto que foi aquilo que está no início do livro. Foi quando numa reunião de Assembleia, o Nelson deu aquele exemplo&#8230; Eu disse: “Eu já faço isso sem ser oficial, então, a partir da sua sugestão, eu vou passar a fazer de modo oficial.” E às quartas-feiras porque os médiuns vinham mais nesse dia e até hoje é o dia que mais tem reunião mediúnica. Eu escolhi exatamente a quarta-feira, uma hora antes, para facilitar o ingresso de todo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Livro_Leia_capa.jpg" alt="" width="238" height="341" />Em que momento/situação, você percebeu que precisava escrever esse livro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na bem da verdade, quem me inspirou muito foi o Marco Antônio [Corrêa] porque ele dirigia comigo e ele tinha muita sede e fome de conhecimento; mas ele não conseguia encontrar sozinho nos livros aquelas respostas. Então eu sempre tive muita consciência de passar tudo que eu tenho para aqueles que trabalham comigo, porque eu sempre tive um prazer enorme em “lecionar”. [risos] Eu nunca fui professora lá fora, mas transformar Espiritismo, ensinar Espiritismo sempre foi o grande prazer da minha vida. Então, desde que isso facilite, ilumine o raciocínio do outro, traga felicidades e recursos pra resolver problemas, para ajudar. Então, pensando principalmente no Marco, eu comecei a juntar as bibliografias e comecei a passar para ele por e-mails. Ele recebeu muitos e-mails.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele trabalhou muitos anos comigo como meu auxiliar de direção da mediúnica. Foi só depois que ele passou para outro grupo e assim continuamos, está até hoje. A nossa relação é muito intima nesse sentido. Eu sempre conto muito com ele e ele sempre conta muito comigo. Foi um grande “incentivador” ou “motivador”. Talvez ele tenha me dado motivo para começar a escrever.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Além de transmitir o conhecimento, quais os seus objetivos, o que mais você pretende ao publicar “Fios e tramas da mediunidade: conversando com médiuns”?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A minha intenção é que as minhas descobertas, os meus recursos não se percam, que eles não sejam só meus. É uma coisa de dever; de conhecimento que possa amenizar dores, que possa ser um consolo para outras pessoas, principalmente em se tratando de médium. E também porque foi através da confecção, elaboração e redação desse livro, que eu consegui uma substituta para o meu trabalho. Confio nela, sei que ela tem amor por esses médiuns, sei que ela se identifica sinceramente com esse trabalho; que é a Sandrelena [Monteiro]. Então foi ela que me ajudou a fazer a redação do livro, a botar ordem nos assuntos. Eu trazia tudo e nós fazíamos juntas. Demoramos. Mas foi essa vontade de que outras pessoas não sofressem, que não fosse só privilégio de médiuns que convivem comigo, que muitos outros pudessem ter esses recursos para se aliviarem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Léia, o IDE está completando 17 anos neste mês e você foi, sem sombra de dúvida, uma das principais personagens de todos esses anos de história. Para você, hoje, como é chegar aqui e ver essa casa construída e trabalhando ativamente? O que você se sente ao pensar na sua participação nesse grande projeto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A construção do IDE se fez de forma eficiente e relâmpago. Nós compramos o terreno e o construímos em dois anos. Almoços mensais em que nós trabalhávamos. Era uma equipe muito eficaz, muito eficiente, de muita boa vontade, com muita determinação, muito vigor e vontade de fazer acontecer. E nós fazíamos almoços muito rentáveis financeiramente. Por isso nós conseguimos. Isso hoje faz parte minha história, faz parte da história. Isso, hoje, eu conto como uma história boa, gostosa, prazerosa de ser lembrada. Eu não tenho hoje nenhuma memória ruim, nenhuma lembrança que ofusque essa realidade, da construção dessa casa. E hoje, é mais ou menos como se eu fosse o dinossauro do IDE, sabe? Hoje eu sou o “jurassic park” do IDE, estou aqui, e estou viva e firme, estou produzindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu fico um pouco, assim, assustada, porque as pessoas me têm como pilar, como referencial. Já fiquei muito mais assustada quando a Beth saiu, por motivos pessoais, ela voltou pra Guarani-MG. Eu tive um luto muito doloroso. Ficar sem o norteio da Beth me tirou todo o apoio, mas eu me refiz, me recuperei e assumi, não como ela, porque eu não chego aos pés dela, mas assumi como ela esse pilar e foi indo, do meu jeito. Ela era muito melhor, muito mais eficiente, mais dinâmica; ela era adorável, fantástica. O que eu não sou, eu sou até muito chata [risos], antissocial, difícil de lidar, causo uma má impressão à primeira vista. Hoje nem tanto, mas já fui muito pior. Então, tudo mundo me tem na condição de “generala”, mas, por outro lado, sou uma bagunceira de mão cheia, embora seja disciplinada e tenha noção disso, da importância da vigilância. Hoje, é uma lembrança muito boa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são os seus próximos projetos? O que você ainda pensa em fazer?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mais por incentivo da Sandrelena do que propriamente do meu impulso natural, porque aí eu vou me sentir, mas de qualquer forma estou escrevendo, estou registrando. Mas eu acho que é meio “estrelismo”, isso me apavora, tenho horror, eu sou vaidosa, eu me sei vaidosa, embora eu não pareça, mas eu me sei vaidosa, e tenho muito medo dessa vaidade. Mas, sob o incentivo da Sandrelena, nós estamos trabalhando um tema que até hoje causa dificuldade nos dirigentes, que é no âmbito da reunião mediúnica, dentro das quatro paredes. Então, eu estou registrando toda a minha experiência como dirigente, agora; direcionado mesmo à direção da reunião mediúnica. Então, estou botando no papel, estou escrevendo e não sei no que vai dar. Se der, só o tempo dirá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais alguma coisa, Léia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu fico um pouco constrangida com isso, eu fico um pouco assustada. Não é porque é a primeira vez. Trabalhar é uma coisa, aparecer é outra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É outro desafio, não é?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com certeza. Mas é aí que eu falo que é com a ajuda de vocês, que estão à minha volta, que são as luzes de que Kardec me fala, sob as luzes de muitos, a gente tem menos chances de errar. Então eu espero que essas luzes me ajudem, que são esses companheiros que estão ao meu lado e com quem eu conto muito com a ajuda. [risos] Eu tenho muito medo, peço muito para aqueles que trabalham diretamente comigo que quando perceberem que eu estou começando a ratear para me falar, pelo amor de Deus: “Léia, vocês está rateando, para! Está na hora de parar.” Não me deixa pagar mico nem fazer coisa errada. Estou preparadíssima para parar. Estou a pleno vapor, mas se falar “para”, eu paro.</p>
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		<title>Jornada Espírita tem programação diversificada</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 14:16:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 29, o IDE completa 17 anos e, como forma de comemoração, realizará, nos dias que antecedem a data, a Jornada Espírita. O evento é uma idealização da Diretoria do Instituto, com o objetivo de reunir estudo doutrinário, cultura e confraternização em uma grande realização voltada para frequentadores, trabalhadores e demais companheiros espíritas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No próximo dia 29, o IDE completa 17 anos e, como forma de comemoração, realizará, nos dias que antecedem a data, a Jornada Espírita. O evento é uma idealização da Diretoria do Instituto, com o objetivo de reunir estudo doutrinário, cultura e confraternização em uma grande realização voltada para frequentadores, trabalhadores e demais companheiros espíritas de Juiz de Fora e região.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Livro_Leia_capa.jpg"><img class=" wp-image-590 alignleft" style="margin: 5px;" title="Livro_Leia_capa" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Livro_Leia_capa-208x300.jpg" alt="" width="125" height="180" /></a>Para abrir a Jornada, no dia 26/04, quinta-feira, será promovido o lançamento do livro <em>Fios e tramas da mediunidade: conversando com médiuns</em>, da diretora do departamento mediúnico, Léia da Hora. A obra é inspirada no trabalho do Grupo de Estudos e Apoio aos Médiuns e apresenta a experiência da autora em relação aos fenômenos medianímicos. Este é o quinto livro publicado pelo IDE, que também já lançou os seguintes títulos: <em>Cartas a Laura</em>, <em>Fenômenos anímicos e mediúnicos na obra de Bozzano</em>, <em>O Espiritismo de uma forma mais simples</em> e <em>O Evangelho de uma forma mais simples</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sexta, será realizada a apresentação da peça teatral “Há dois mil anos”. O texto, de Guaraci Silveira, é uma adaptação da obra de Emmanuel e se configura numa espécie de “teatro lido”. No sábado, o trabalhador espírita e autor de livros, Geraldo Lemos, de Pedro Leopoldo-MG, fará um seminário às 14h 30 e uma palestra, às 19h. A Jornada Espírita será encerrada no dia 29/04, domingo, com a tradicional Tarde Festiva do IDE, que ocorrerá entre 15h 30 e 17h.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades dos dias 26, 27 e 28 são gratuitas e abertas ao público. Para a Tarde Festiva, estão à venda, na recepção do IDE, ingressos no valor de R$ 5,00 cada, que dá direito a um pedaço de torta, um cachorro-quente e um copo de refrigerante. Todo o evento será realizado na sede do IDE, situado à Rua Torreões, 210 – Santa Luzia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chico Xavier é tema de seminário</strong><br />
Geraldo Lemos Neto é o expositor do seminário “Chico Xavier” na Jornada Espírita.  Geraldo atuou na União Espírita Mineira (UEM), onde fundou o Departamento Editorial em 1984, coordenando a publicação de 12 livros. É idealizador e fundador da <em>Casa de Chico Xavier</em> em Pedro Leopoldo e o organizador da biografia de Chico, <em>Mandato de amor</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/04/geraldo-lemos-neto_palestra.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-591" style="margin: 5px;" title="geraldo-lemos-neto_palestra" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/04/geraldo-lemos-neto_palestra-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A amizade entre Geraldo e Chico iniciou em 1981. Geraldo afirma que o médium “era de um bom humor extraordinário, sempre pronto a nos trazer notas de alegria e reconforto. Eu diria que ele tinha os pés no chão, o coração junto de todos nós em atenções, cuidados e afetos puros, e os olhos fixados nas estrelas do firmamento”. Em sua opinião, Chico Xavier “é um verdadeiro Apóstolo do Cristo nos tempos modernos”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação à divulgação da doutrina espírita, Geraldo Lemos afirma que o espiritismo vive hoje, especialmente com a repercussão do centenário de Chico Xavier, uma fase importante, em que tem se difundido pelos diferentes meios &#8211; livro, teatro, televisão, rádio, cinema, internet, jornais e periódicos. Ele narra que, no início da década de 80, Chico lhe perguntou se saberia lhe dizer o que é multimídia, pois, segundo ele, os espíritos lhe diziam que um dia a Doutrina Espírita seria divulgada em multimídia e que precisaríamos nos preparar para ela. Diante dessa constatação, “o movimento espírita, para refletir o Espiritismo que pretende representar, precisa se afastar das pompas e circunstâncias, e se aproximar cada vez mais do coração das massas anônimas, infelizes e necessitadas de maiores luzes, de consolação e esperança”, defende.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Casa de Chico Xavier</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Inaugurada em 2 de abril de 2006, a Casa de Chico Xavier é um centro de referência à sua vida e obra. Residência de Chico entre 1948 e 1959 na sua cidade natal, Pedro Leopoldo-MG, a edificação foi reformada para abrigar a memória do médium Francisco Cândido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Conta com um acervo de mais de 460 livros psicografados pelo médium, 200 livros editados sobre sua vida e obra, além de objetos pessoais, cartas, anotações, documentos e fotografias. O quarto de dormir de Chico foi mantido exatamente como era. A reforma ampliou a sala de reuniões e o local onde diversos livros foram psicografados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">No espaço foi construído o Auditório Zeca Machado, com capacidade para abrigar até 100 pessoas, e a Sala de Passes Neném Aluotto. De acordo com o idealizador, Geraldo Lemos, “no decorrer dos últimos sete anos, mais de 100.000 visitantes já passaram por ela e assinaram o livro de presenças, provenientes de todas as partes do país e do mundo”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Outras informações: <a href="http://www.casadechicoxavier.com.br" target="_blank"><span style="color: #808080;">www.casadechicoxavier.com.br</span></a></span></p>
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		<title>Entretenimento: trechos de músicas</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 23:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IDE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique aqui para conferir a resolução da coluna &#8220;Entretenimento&#8221; do jornal O IDEAL, edição n. 192, de março de 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/03/Entretenimento-mar-12.pdf" target="_blank">Clique aqui</a> para conferir a resolução da coluna &#8220;Entretenimento&#8221; do jornal <strong>O IDEAL</strong>, edição n. 192, de março de 2012.</p>
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		<title>Jovens participam da Comejus 2012</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 20:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IDE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante os quatro dias de Carnaval, 12 jovens da mocidade de sábado do Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora escolheram uma opção diferente para os dias livres. Eles aproveitaram para estudar e confraternizar com outros companheiros espíritas durante a XXIII Confraternização de Mocidades Espíritas de Juiz de Fora e Sub-região (Comejus). Trata-se de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante os quatro dias de Carnaval, 12 jovens da mocidade de sábado do Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora escolheram uma opção diferente para os dias livres. Eles aproveitaram para estudar e confraternizar com outros companheiros espíritas durante a XXIII Confraternização de Mocidades Espíritas de Juiz de Fora e Sub-região (Comejus). Trata-se de um número recorde de representantes do Instituto.</p>
<p style="text-align: justify;">Na edição de 2012, o evento reuniu cerca de 150 pessoas, entre participantes e colaboradores que freqüentam as mocidades das instituições vinculadas à <a href="http://www.amejf.org.br" target="_blank">Aliança Municipal Espírita de Juiz de Fora (AME-JF)</a>. Nesse ano, o tema escolhido foi “Francisco de Assis – Irmão dos homens, irmão da Terra”, cuja finalidade era abordar a mensagem deixada pelo missionário, através dos seus exemplos de simplicidade, humildade e amor ao próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o coordenador do evento e da mocidade do IDE, Fábio Fortes, o objetivo da Comejus é o mesmo desde a sua criação, há 23 anos: “integrar os grupos de mocidade espírita e, ao mesmo tempo, oferecer um espaço de reflexão aprofundada sobre um tema amplo da doutrina; criando, ainda, um espaço de vivência de emoções saudáveis e estreitamento de laços de amizade”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fábio relata que a Confraternização caracteriza-se por ser um ambiente no qual o jovem pode entrar em contato com outros de sua idade, os quais apresentam interesses e afinidades semelhantes, sobretudo os de estudar e refletir a respeito das propostas do Espiritismo para suas vidas. O coordenador também afirma que a Comejus é uma oportunidade de contribuir para o ideal de unificação do movimento espírita.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC00524cortado.jpg"><img class="alignleft  wp-image-581" style="margin: 5px;" title="Participantes do IDE" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC00524cortado-300x238.jpg" alt="" width="210" height="167" /></a>Para o frequentador da mocidade do IDE, Gabriel Marques (17), que participou pela primeira vez, a experiência foi muito valiosa. “Foram realizadas diversas atividades tanto de estudo da doutrina, como de lazer. Foi uma grande oportunidade para conhecer outros jovens, trocar experiências e, principalmente, aprofundar os estudos da doutrina, através do intercâmbio de ideias realizado nos grupos de discussão, nas oficinas etc.”, narra Gabriel. O jovem também conta que, apesar da temática estar voltada para Francisco de Assis, vários outros assuntos foram discutidos e que as atividades realizadas naqueles dias foram bem mais saudáveis do que algumas outras promovidas durante esse período.</p>
<p style="text-align: justify;">“A participação do IDE reforça os laços entre os jovens da nossa mocidade e amplia seu interesse e motivação em participar mais das atividades que propomos”, destaca Fábio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caravana</strong><br />
Quatro dias após o término da Confraternização, 60 jovens, aproximadamente, estiveram no Instituto durante a realização da caravana da Comejus – uma tradição do evento, que consiste na visita às mocidades participantes. A visita ocorreu no dia 25 de fevereiro, sábado, na sala da mocidade. Os presentes assistiram ao estudo do também coordenador de sábado, Gabriel Garcia, que abordou a temática “Adolescência e vivências religiosas”. Após a exposição, todos participaram de uma confraternização organizada pela direção do Departamento da Infância e Juventude do IDE.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC00509.jpg"><img class="alignright  wp-image-582" style="margin: 5px;" title="Caravana" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC00509-300x168.jpg" alt="" width="246" height="138" /></a>O diretor Geraldo Marques se diz impressionado com o movimento e acha interessante e necessário o incentivo para esse tipo de iniciativa. “Não conhecia relatos dos jovens ‘pós-Comejus’; a caravana foi muito intensa não só no IDE, mas em outros centros espíritas. Eles mantiveram, nestas primeiras semanas, os contatos feitos, as amizades recém-construídas pessoalmente e via redes sociais”, enfatiza. Para ele, o resultado foi muito positivo e a expectativa é estimular ainda mais a participação dos jovens da casa em encontros para a mocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras fotos podem ser conferidas <a href="http://www.flickr.com/photos/mocidadesespiritasjf/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC00533.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-583" title="Caravana" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC00533-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
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		<title>Projeto &#8220;Estudando Kardec nas Reuniões Mediúnicas&#8221; chega à internet</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:40:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IDE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os roteiros utilizados para os estudos do projeto &#8220;Estudando Kardec nas Reuniões Mediúnicas&#8221; estão disponíveis também pela internet. Os arquivos podem ser acessados clicando aqui. Lançado em agosto de 2011,  o projeto é promovido pelo Departamento Mediúnico e tem por objetivo estimular, nos grupos do IDE, a pesquisa acerca da teoria mediúnica, a partir da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os roteiros utilizados para os estudos do projeto &#8220;Estudando Kardec nas Reuniões Mediúnicas&#8221; estão disponíveis também pela internet. Os arquivos podem ser acessados <a href="http://ide-jf.org.br/departamentos/mediunico/">clicando aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Lançado em agosto de 2011,  o projeto é promovido pelo Departamento Mediúnico e tem por objetivo estimular, nos grupos do IDE, a pesquisa acerca da teoria mediúnica, a partir da principal referência da Doutrina Espírita: Allan Kardec. Bimestralmente, os participantes de todos os grupos mediúnicos do IDE recebem um questionário, a fim de estabelecer um roteiro de estudo. Em seguida, os médiuns reúnem-se para discutir a temática coletivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A diretora Léia da Hora explica como surgiu a ideia: “Diante das múltiplas inquietações que envolvem os participantes das reuniões mediúnicas do IDE, fizemos uma pesquisa na qual buscamos conhecer quais os temas de interesse dos mesmos para estudos mais aprofundados. A partir dessa pesquisa inicial, selecionamos alguns temas para compor o projeto &#8216;Estudando Kardec&#8217;, através do qual esperamos poder ajudar a esclarecer dúvidas e ampliar o conhecimento de médiuns e dirigentes sobre a prática da mediunidade.”</p>
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		<title>&#8220;Revista Espírita&#8221; e &#8220;Novo Testamento&#8221; serão temas de estudos</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 14:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IDE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte de pesquisa e material diversificado sobre o espiritismo, a Revista Espírita, de Allan Kardec, será objeto de estudo de um novo grupo no IDE, dirigido por Myrian Jorio. Para ela, o objetivo de estudar a Revista é aprofundar a doutrina, uma vez que é “o início do estudo dos fenômenos por Kardec”. A Revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/02/artigo_150anos_revista2.jpg"><img class="alignleft  wp-image-567" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="artigo_150anos_revista2" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/02/artigo_150anos_revista2-195x300.jpg" alt="" width="156" height="240" /></a>Fonte de pesquisa e material diversificado sobre o espiritismo, a Revista Espírita, de Allan Kardec, será objeto de estudo de um novo grupo no IDE, dirigido por Myrian Jorio. Para ela, o objetivo de estudar a Revista é aprofundar a doutrina, uma vez que é “o início do estudo dos fenômenos por Kardec”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Revista Espírita é a segunda obra estudada pelo grupo que se formou em 2011 para discutir o livro “Transição Planetária”, do espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografado por Divaldo Franco. O grupo terá início no próximo dia 10, sendo realizado sempre às sextas, 20h. A “Revista Espírita 1858” será o primeiro volume da série a ser pesquisado, cujos exemplares estão à venda, a preço de custo, na recepção do IDE. Uma versão eletrônica da obra também está na <a href="https://docs.google.com/leaf?id=0BzPpKfRxc-IuMTFkYmM4N2MtMGUwZS00MGRlLWEzOWUtMjg4NjIzMTBlNmMy&amp;sort=name&amp;layout=list">Biblioteca Virtual</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Bíblia Sagrada sob a ótica espírita</strong><br />
Outro grupo de estudo, que será constituído em breve na casa, vai analisar as passagens bíblicas à luz do Espiritismo. O idealizador e dirigente do novo grupo, Fábio Fortes, conta que o objetivo é “ler e estudar o ‘Novo Testamento’, do livro de Mateus ao Apocalipse, tendo como contraponto as interpretações espíritas sobre o Evangelho, sobretudo na obra de Kardec e Emmanuel”.<a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/02/novoTestamentoEst.jpg"><img class=" wp-image-568 alignright" style="margin: 5px;" title="novoTestamentoEst" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/02/novoTestamentoEst-200x300.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fábio também relata que a ideia surgiu a partir de uma conversa com a diretora Myrian, situação na qual perceberam a necessidade de criação de um espaço para estudar e refletir em torno dos escritos fundadores do Cristianismo; a fim de “compreender melhor a maneira como a mensagem cristã se organizou textualmente e foi recebida e reinterpretada inúmeras vezes ao longo da história”. O colaborador também comenta que serão observadas a pertinência dos estudos evangélicos na atualidade e a interpretação das obras espíritas acerca dos textos bíblicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o mês de fevereiro, estará disponível na recepção do IDE uma lista de interessados em participar do grupo. A previsão é que os encontros sejam realizados aos sábados, das 17h 30 às 18h 30, a partir do dia 3 de março. A participação é aberta ao público em geral.</p>
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		<title>IDE realiza Campanha do Material Escolar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 11:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IDE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Estimular a permanência da criança na escola. É com esse propósito que o IDE realiza mais uma Campanha do Material Escolar. A iniciativa é voltada para os meninos e meninas do Projeto Ser Feliz. Os interessados podem colaborar com a doação dos seguintes materiais: lápis de escrever e para colorir, borracha, régua, apontador, cola, tesoura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estimular a permanência da criança na escola. É com esse propósito que o IDE realiza mais uma Campanha do Material Escolar. A iniciativa é voltada para os meninos e meninas do Projeto Ser Feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Os interessados podem colaborar com a doação dos seguintes materiais: lápis de escrever e para colorir, borracha, régua, apontador, cola, tesoura sem ponta, papel ofício e caderno.</p>
<p style="text-align: justify;">Os artigos escolares podem ser entregues até 11 de fevereiro na recepção do Instituto (Rua Torreões, 210 &#8211; Santa Luzia).</p>
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		<title>Suely Caldas e outros veteranos ministram palestra no IDE</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 22:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IDE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Autora de importantes obras espíritas, como “Obsessão/desobsessão” e “O Semeador de Estrelas”, a médium Suely Caldas Schubert realizará uma palestra no Instituto no dia 9 de fevereiro, às 20h. Natural de Carangola-MG, Suely dedica-se às atividades espíritas desde jovem, especialmente no âmbito da mediunidade e da divulgação do Espiritismo. Além da autoria de 14 livros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Suely-Caldas.jpg"><img class="alignleft  wp-image-564" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Suely-Caldas" src="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Suely-Caldas-300x163.jpg" alt="" width="270" height="147" /></a>Autora de importantes obras espíritas, como “Obsessão/desobsessão” e “O Semeador de Estrelas”, a médium Suely Caldas Schubert realizará uma palestra no Instituto no dia 9 de fevereiro, às 20h.</p>
<p style="text-align: justify;">Natural de Carangola-MG, Suely dedica-se às atividades espíritas desde jovem, especialmente no âmbito da mediunidade e da divulgação do Espiritismo. Além da autoria de 14 livros, Suely é expositora conhecida em todo o país, tendo também proferido palestras no exterior. Atualmente, reside em Juiz de Fora, onde fundou em 1986, juntamente com um grupo de companheiros, a Sociedade Espírita Joanna de Ângelis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Expositores</strong><br />
Outra palestra esperada neste mês de fevereiro é a do diretor Ricardo Baesso, que vai abordar a questão da “Homoafetividade”. A exposição integrou a programação do último Encontro de Colaboradores do IDE, promovido em novembro do ano passado, que teve como foco a temática “Identidade e tolerância”.</p>
<p style="text-align: justify;">A palestra, que é resultado de muitos estudos do diretor, estimulou a reflexão dos participantes do Encontro sobre esse tema, tão em voga na sociedade contemporânea. O estudo será reapresentado em duas oportunidades: nas reuniões públicas dos dias 23 e 25 de  fevereiro, quinta e sábado, às 20h.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação de palestras do corrente mês, que também terá o orador José Passini, está disponível <a href="http://ide-jf.org.br/reunioes-publicas/">aqui</a>.</p>
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		<title>Coordenação divulga programação do Coem 2012; aulas começam dia 6</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IDE</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora (IDE-JF) publica, nesta terça-feira, a programação do Curso de Orientação e Educação da Mediunidade – o Coem 2012. A aula inaugural será no próximo dia 6 de fevereiro, às 20h, no salão de reuniões públicas do Instituto. De acordo com a coordenadora Sandrelena Monteiro, neste ano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora (IDE-JF) publica, nesta terça-feira, a programação do Curso de Orientação e Educação da Mediunidade – o Coem 2012. A aula inaugural será no próximo dia 6 de fevereiro, às 20h, no salão de reuniões públicas do Instituto.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a coordenadora Sandrelena Monteiro, neste ano, sete novos expositores integram a programação do curso, cujas aulas também foram reorganizadas e novos temas foram acrescentados, como “Identificação dos Espíritos” e “Evocações”. Ao todo, serão ministradas 44 aulas, de 6 de fevereiro a 17 de dezembro de 2012, incluindo as práticas e as de síntese.</p>
<p>Todos os oradores do Curso fazem parte do quadro de trabalhadores da casa.</p>
<p><strong><a href="http://ide-jf.org.br/wp-content/uploads/2012/01/Programação-Coem-2012.pdf">Clique aqui</a></strong> para conferir o calendário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inscrições</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os interessados ainda podem se inscrever gratuitamente na recepção do IDE-JF ou pelo telefone (32) 3234-2500. É necessário, apenas, informar nome completo e telefone para contato. As apostilas poderão ser adquiridas, facultativamente, também na recepção pelo valor de R$ 20 cada.</p>
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		<title>Interessados já podem se inscrever no Coem 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 11:21:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estão abertas, até 23 de janeiro de 2012, as inscrições para o Curso de Orientação e Educação da Mediunidade (Coem) do próximo ano, que terá início no dia 6 de fevereiro, segunda-feira. O curso, promovido e organizado pelo IDE-JF, é direcionado a qualquer pessoa que tenha interesse em estudar a mediunidade. Pela primeira vez, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estão abertas, até 23 de janeiro de 2012, as inscrições para o Curso de Orientação e Educação da Mediunidade (Coem) do próximo ano, que terá início no dia 6 de fevereiro, segunda-feira. O curso, promovido e organizado pelo IDE-JF, é direcionado a qualquer pessoa que tenha interesse em estudar a mediunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez, o Coem será coordenado pela colaboradora Sandrelena Monteiro e por Cláudia Temponi, encarregada pelas aulas práticas. De acordo com Sandrelena, o objetivo é “promover um estudo sistematizado da mediunidade à luz da doutrina espírita e baseado nos ensinamentos d’<em>O Livro dos Médiuns</em> [de Allan Kardec]”. Para a próxima turma, segundo a coordenadora, haverá uma renovação dos expositores e uma reformulação das aulas, que visa à inclusão de novos temas. Além disso, a apostila tem sido revisada e atualizada.</p>
<p style="text-align: justify;">O Coem 2012 terá aulas semanais, sempre às segundas-feiras, das 20h às 21h. Os interessados devem deixar seu nome e telefone na recepção do IDE. A programação das aulas será divulgada em janeiro no site do Instituto e no jornal mural.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Monitores</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para os trabalhadores do IDE que desejarem atuar como monitores, será realizada uma reunião com a coordenação do Coem para que as tarefas sejam distribuídas e organizadas. Os colaboradores devem comparecer ao encontro, no dia 19 de dezembro de 2011, às 19h, no salão de reuniões públicas. Os monitores são divididos em diversas atividades. Eles atuam na equipe de fluidoterapia (passe, irradiação e fluidificação da água), no controle de frequência, de equipamentos de áudio e vídeo, entre outras.</p>
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